
O trabalho busca uma linguagem contemporânea para uma das principais imagens das crenças populares do Brasil e do panteão de religiões afro: Iemanjá. Assumindo uma forma de sereia negra, forma que controversamente pouco assume em suas representações, a figura vai diretamente à às sua orgiens: uma divindade afro que é a mãe do mar e protetora dos navegantes.
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